Cuiabá - MT, 15/06/2021 às 17:56 hs

Coluna Essencial em 08/03/2021

Dia da Mulher é todo dia, mas algumas são as mais importantes da minha vida ... Vou mostrando ...

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Nós, somos amigas desde sempre, estudamos juntas, seguimos, vivemos a vida, somos diferentíssimas uma da outra, mas o amor nos permeia, e fico muito feliz, pois nessa pandemia, ficamos ainda mais próximas, nos apoiando, falando todos os dias, oferecendo ajuda e amor. Gratidão, meninas, amo vocês., mulheres espetaculares: Rosana Caldas, Gaby Esgaib, Emile Carvalho Pessoz, Ednea Felleti , Fatima Bezerra Oliveira, Teté Mendoza Soares , Márcia Siqueira e Andrea Zugair Marcondes. All we need is love ... 

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Ela, minha filha, Maria Carolinna ( os dois "enes" têm numerologia, que é perfeita e exatamente ela ) - me ensinou a sair do meu lugar único de mulher. Não tive irmãs. nunca dividi nada do meu mundo feminino antes dela chegar. Ela foi a filha mais desejada e é assim, linda, leve e solta . Amo muito!

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A direita minha mãe Helena, com a sua irmã minha tia Mariana, a quem amo como se minha mãe fosse. Duas lindas, do bem e absolutamente dedicadas aos seus filhos. Mulheres poderosas de amor.

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Super

Seguindo a pandemia, ainda mais dentro de casa, li muitos textos, muitos poemas,  e esse,  me encontrou:

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Martha Medeiros


 ... não é simples, mas é assim. Vamos viver. Sejamos felizes! Amém!