Cuiabá - MT, 15/06/2021 às 18:48 hs

Coluna Essencial em 20/03/2021

Mesmo com tudo parado, a produção continua, boas novas 25 anos Webflavia! Congrats!

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No sábado passado, 13 de março, minha queridissima amiga Flávia Costa  comemorou os 25 anos da sua Webflavia - sim sim, ela começou quase adolescente na sua empresa - com uma manhã absolutamente criativa. Na foto, ela comemora o sucesso e o amor com o seu caçula Arthur. Adoro, me amarro, sou fã!  Que venham vários mais 25 anos, e juntas ! Daqui, envio amor!

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Gente linda e do bem, em noite mais que agradável. Meus queridos: Marcelo Bianchini, Cássio Guimarães - Ana Luisa Felipin, Vivi Malouf, Luciana Gamballi, Carlos Augusto Botelho - Denise Dalcanale

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Fernanda Pimenta Rosa, Ander Ribeiro  - Augusto Costa, eles me fazem bem. Saudade!

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Super

Sigo com os texto que mexem comigo, e que deixam feliz , ainda, em meio ao caos. 

Saibam mais sobre ela - Florbela - e emocionem-se, com ela: 

*Viver intensamente é o lema da vida de Florbela Espanca. Reconhecida como uma das principais poetisas portuguesas, a artista viveu apenas 36 anos (1894-1930), mas expressou em seus versos sentimentos profundos em relação ao amor, sofrimento, saudade, solidão e morte.

Escreveu contos, poesias, cartas, mas é considerada a poetisa do soneto. Apesar disso, seus poemas não são todos moldados por uma métrica formal. Foi muito criticada por trabalhar com uma escrita muito voltada para o “eu”, mas tal escolha hoje é vista como uma inovação, pois Florbela representa a emancipação literária de mulheres, numa época em que a palavra só era valorizada quando vinda de homens.

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AMAR!

"Eu quero amar, amar perdidamente!

Amar só por amar: Aqui... além...

Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...

Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...

Prender ou desprender? É mal? É bem?

Quem disser que se pode amar alguém

Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:

É preciso cantá-la assim florida,

Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei de ser pó, cinza e nada

Que seja a minha noite uma alvorada,

Que me saiba perder... pra me encontrar..."

 

Florbela Espanca, em "Charneca em Flor"